
Como Deus chamou-me à salvação que agora desfruto? A Bíblia diz que no início do século I da nossa era, na Galiléia, hoje, região norte de Israel, “na plenitude do tempo” (Gl 4.4), aconteceu a encarnação divina. O Filho de Deus, sem deixar de ser Deus Filho, tornou-se Jesus de Nazaré ao nascer de uma virgem (Lc 1.29-35). Como Deus-Homem, a vocação de Jesus era ser o mediador entre seu Pai e os homens (1Tm 2.5), revelando-nos o Pai, ensinando e sendo exemplo do caminho da bondade, transmitindo a misericórdia e o auxílio de Deus às pessoas necessitadas e, finalmente, tornando-se o sacrifício redentor por nossos pecados (Mc 10.45; 1Tm 2.6).
Ao final de seus três anos de ministério, após anunciar o reino de Deus e conferir credibilidade a esse anúncio por meio de obras milagrosas de graça, em sua maioria curas, Jesus foi crucificado como um subversivo político (o que ele não era). Na cruz, a retribuição penal que nos era devida por nossos pecados foi lançada sobre ele. Portanto, ao sofrer como nosso substituto sacrificial, ele nos redimiu do mal, reconciliou-nos com o Pai e cancelou a ira judicial do Pai em relação a nós para sempre (Rm 3.21-26; 5.6-11).
A morte vicária (em nosso lugar) de Cristo na cruz foi um sacrifício completo, perfeito e suficiente para a expiação dos pecados do mundo inteiro. Isso quer dizer, que uma vez que Cristo morreu em nosso lugar, nossos pecados podem ser perdoados e nós sermos salvos pelo precioso sangue de Cristo. Isso revela o amor de Deus por nós, “quando ainda éramos pecadores” (Rm 5.8).
Entretanto, a morte de Jesus não foi o fim da História. No terceiro dia após sua crucificação, ele ressuscitou de entre os mortos pelo poder do Pai. Deixou o sepulcro com um corpo com capacidades misteriosamente melhores. Nesse corpo apareceu diversas vezes a seus discípulos e, depois, ascendeu aos céus para estar à direita do Pai, de onde governa todas as coisas em nome e no lugar de seu Pai.
Seu primeiro ato como Senhor soberano do universo foi derramar seu Santo Espírito sobre seus discípulos no dia de Pentecostes, cerca de dez dias depois de sua ascensão ao trono (At 2.1-21,33). Desde então, o Espírito Santo tem atuado no mundo, testemunhando a vitória da cruz, convencendo os homens do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8) e levando-os a entregar suas vidas a Jesus em amor e obediência. Aquele que foi alcançado por esta graça tem agora o compromisso de viver uma vida transformada, onde o Cristo ressurreto é o centro.
Você já desfruta dessa “tão grande salvação?” A morte vicária (em nosso lugar) de Cristo na cruz foi um sacrifício completo, perfeito e suficiente para a expiação dos pecados do mundo inteiro. Isso quer dizer, que uma vez que Cristo morreu em nosso lugar, nossos pecados podem ser perdoados e nós sermos salvos pelo precioso sangue de Cristo. Isso revela o amor de Deus por nós, “quando ainda éramos pecadores” (Rm 5.8). Entretanto, a morte de Jesus não foi o fim da História. No terceiro dia após sua crucificação, ele ressuscitou de entre os mortos pelo poder do Pai. Deixou o sepulcro com um corpo com capacidades misteriosamente melhores. Nesse corpo apareceu diversas vezes a seus discípulos e, depois, ascendeu aos céus para estar à direita do Pai, de onde governa todas as coisas em nome e no lugar de seu Pai. Seu primeiro ato como Senhor soberano do universo foi derramar seu Santo Espírito sobre seus discípulos no dia de Pentecostes, cerca de dez dias depois de sua ascensão ao trono (At 2.1-21,33). Desde então, o Espírito Santo tem atuado no mundo, testemunhando a vitória da cruz, convencendo os homens do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8) e levando-os a entregar suas vidas a Jesus em amor e obediência. Aquele que foi alcançado por esta graça tem agora o compromisso de viver uma vida transformada, onde o Cristo ressurreto é o centro. Você já desfruta dessa “tão grande salvação?”
Rev. Eloy Heringer Frossard